quinta-feira, 18 de maio de 2006

O laicismo!

Portugal e um estado laico!... Concordo!...

A Igreja católica não deve ser considerada no protocolo como representativo do estado, mas deve ser considerada…
Contudo, para sermos coerentes, porque não alterarmos a Bandeira de Portugal?...

“O escudo de prata carregado de escudetes azuis besantados de prata aludem à mítica batalha de Ourique, na qual Cristo teria aparecido a D. Afonso Henriques prometendo-lhe a vitória, se adoptasse por armas as Suas chagas (em número de cinco, donde os cinco escudetes); sobre a origem dos besantes, diz-se ser a representação dos trinta dinheiros pelos quais Judas vendeu Jesus aos romanos (dobrando-se o número cinco no escudete central, por forma a totalizar trinta e não vinte cinco).”

Pergunto eu:
Não será contra a laicismo este significado da bandeira?

Depois até convém ler:
A bandeira tem um significado muito mais obscuro que o tradicionalmente aceite. Dizia-se durante o Estado Novo, o regime Nacionalista e autoritário que governou o País de 1933 até 1974, que o verde representava as florestas de Portugal e que o vermelho representava o sangue dos que tinham morrido ao serviço da Nação. Esta definição das cores é hoje aceite com variações, no entanto o significado original é muito mais obscuro. As cores da bandeira derivam da do Partido Republicano Português: o vermelho é uma das cores tradicionais do Federalismo Ibérico, uma ideologia Socialista-Republicana muito comum no início do século XX e que defendia a união política entre Portugal e Espanha; o verde era a cor que, segundo Augusto Comte, teórico do positivismo (doutrina filosófica muito cara aos mentores do PRP, designadamente Teófilo Braga), convinha aos homens do futuro, isto é, aos positivistas.
Os sete castelos representam as vitórias dos portugueses sobre os seus inimigos, e são também o símbolo do Reino do Algarve.
Federalismo Ibérico? Hummmmmmmmmm!...

Digam-me uma coisa… O Igreja não deve ser escorraçada… Não esqueçamos a nossa história… Ainda vai sendo aquilo que de melhor nos resta!

quarta-feira, 17 de maio de 2006

Ainda o porco a andar de bicicleta

@Observador escreveu:

De facto meu caro essa carapuça poderá servir a muita gente, a mim não pq até tenho uma (pasteleira) já bem velhinha, com campainha, roda 28 e 3 mudanças, e note quando tenho oportunidade dou uma voltinha, e vejo muitos porcos (sem ofensa para os porcos claro) instalados confortavelmente nos cafés/esplanadas desta nossa terra a fazerem comentários tristes como o que o Sr. aqui nos apresenta. O Sr. talvez até gostasse de uma bicicleta como essa, até eu...
Se falou a título de anedota essa já é velha.

Está a dirigir-se a mim, por causa de um post que pode ser lido aqui!...
Começa por dizer que a carapuça poderá servir a muita gente… Mas que carapuça?
Depois fala a sua “pasteleira”… Tem uma pasteleira, tem? E faz muitos pastéis? Pastéis de Porco, presumo?
Continua com uma alusão (comparação) à minha pessoa, falando do meu triste comentário (o Post), relacionando-o aos que o fazem nas esplanadas dos cafés, coisa que ele aprecia enquanto entrega os pastéis de porco de porta em porta!...
Não acaba sem dizer que eu talvez até gostasse de uma bicicleta como a que eu descrevi… Mas caro @Observador, eu descrevi a minha bicicleta (tirando a parte da liga de carbono) e, por acaso, gosto muito dela!... Serei eu o leitão que circulava na Rua Adriano dos Santos? Estará você à caça de porcos (ou leitões) para a sua pasteleira fazer mais pastéis?
Por fim pergunto:
Mas eu contei alguma anedota?
Não, nem velha nem nova…
Um porco (ainda leitão) a andar de bicicleta até é uma “extraordinariedade” sem importância nenhuma!... Já pastéis de porco não sei, enquadro-os nessas “extraordinariedades”!...
Ah! E já agora, onde posso comprar os pastéis de porco, feitos pela sua pasteleira e distribuídos por si?

Sob o Signo da Verdade!...

Pedro Nuno Duarte Editor do DN escreveu hoje a sua resposta ao Dr. Carrilho, visto o seu nome e jornal do qual é director, estarem referidos no Livro da marido da Bárbara Guimarães… Vale a pena ler!... Blogues há, que não permitiriam esta linguagem, não acham?

"Faço parte da "matilha" que fria e implacavelmente toldou a caminhada gloriosa do dr. Carrilho até aos paços do concelho. Na qualidade de membro dessa agremiação de malfeitores coube-me, segundo se escreve na página 127 de Sob o Signo da Verdade, escrever um editorial no Diário de Notícias que, além de "tosco", foi "revelador das intenções de toda a manobra". Neste caso, "manobra de diversão que mudasse o foco da atenção pública para outra coisa" que não as ideias e a estratégia do candidato à câmara. O DN, diz Carrilho mais à frente, fazia parte dos seis jornais que A. Cunha Vaz "se gabava" de "ter na mão" - o que significa que eu, na altura subdirector deste jornal, terei sido comprado ou manipulado, ou ambas as coisas, pelo tal A. Cunha Vaz, e o editorial que escrevi fazia parte da poderosa "campanha" de Carmona Rodrigues destinada a desvalorizar a genialidade dos lugares-comuns que o candidato socialista exibia diariamente.

Num país civilizado, eu devia processar o dr. Carrilho e ganhar muito dinheiro com a mancha que ele pretende deixar sobre o meu nome, que leva 25 anos de carreira profissional sem mácula. Em Portugal, talvez devesse seguir a estratégia de alguns amigos de Carrilho e, ao encontrá-lo na rua, enfiar-lhe dois murros bem dados, reduzindo-lhe o nariz à sua efectiva relevância pú-blica, ainda que lhe desse mais alguns minutos de notoriedade nas páginas do 24 Horas.

Como o país não é civilizado e eu não sou dado à violência física, resta-me escrever e publicar aqui o que diria ao dr. Carrilho se acaso o encontrasse neste instante na rua: "E se o sr. fosse à merda mais as suas invenções delirantes e perseguições disparatadas?" Melhor e mais simplesmente dito: "Porque raio não se enxerga, dr. Carrilho?"

Quanto ao essencial da acusação, devo comunicar aos leitores do livro Sob o Signo da Verdade que não conheço o sr. Cunha Vaz de lado algum, escrevi sempre os editoriais que entendi sem quaisquer limitações, e declarei publicamente o meu apoio à dra. Maria José Nogueira Pinto, apesar de ser eleitor habitual do Partido Socialista.

Ou seja, no que me diz respeito, estamos "Sob o Signo da Mentira". Ora, quem não se sente não é filho de boa gente. E eu sou."

E depois leiam isto!
E , já agora, isto!...

Pergunta retórica! (II)

Segundo li no DN, os senhorios podem perder a propriedade do que é seu se não fizerem obra!...

Estou para aqui a pensar!.... E se o governo fizesse o mesmo em relação aos concelhos que não investem nas suas freguesias?

terça-feira, 16 de maio de 2006

Bono Vox

Pergunta retórica!


Rouxinol Faduncho (sua banda e os cães de loiça) numa noite que promete ser fantástica.
Ginásio Clube Português na noite de abertura com a antestreia do espectáculo a ser apresentado na Gimnoestrada 2007.
As escolas do Sl Benfica e do Estrela da Amadora a que se junta o Canas e o Carregal do Sal num torneio quadrangular único na região!...
Exposições, conferências, gastronomia, pintura, artesanato música popular moldava, grega e letã, danças latinas, artes marciais, tiro com arco e muito mais…
Será preciso pedir desculpa para todos os canenses estarem presentes?

Querer não é poder!

Preciso de um carro!... A bem dizer, o que preciso mesmo é de um meio de transporte!...Estou inclinado para o Skoda Fabia Break 1.2!...
Pronto, já sei que me vão dizer que a marca é pouco comercial, que desvaloriza muito e que vem dos antigos países de leste…
A verdade é que a Shoda faz parte do grupo wolksvagem/audi, que o modelo em causa tem Airbag’s dianteiros, traseiros e laterais (8), ABS, ar condicionado com alimentação às baterias (não prejudica a eficácia do motor quando ligado), jantes especiais, computador de bordo, faróis de nevoeiro, banco e volante ajustável, leitor de cd’s com MP3 e ligação a Ipod…
Tudo isto pelo preço de 15 000€!...
O problema é o “capital” que escasseia nos meus bolsos, isto mesmo pagando 3 000€ de entrada, 75€ no 1º ano, 115€ no 2º, 155€ no 3º, 195€ no 4º e 304€ no 5º, 6º e 7º!... A propriedade fica logo em meu nome e não há pagamentos finais (preço residual)!... pagaria mais de 5 000€ de juros!...

Caso alguém queira oferecer-me o carro, ou, pelo menos, algum dinheiro agradecia!

segunda-feira, 15 de maio de 2006

Não me lixem!

O Meu Odioso e Inacreditável Município!


Descobri porque Mouzinho da Silveira (e seus consortes) nos casou com o município de asnelas!...

Faz tudo parte de uma programa da TVI, idealizado há mais de 150 anos pelo bisavô de José Eduardo Moniz, que visa divertir o público com as peripécias de um povo que não tem ligação ao outro, mas é obrigado a ser “terrivelmente” administrado por este!...

Podiam era ter avisado, pelo menos, a alguns de nós!...

O objectivo é provar que somos capazes de estar integrados no município e asnelas, quando estes ficam com os nossas impostos, não abrem ruas, esquecem as nossas zonas industriais, não são apoio condigno às associações e tudo o mais que nos faz perder a paciência!...

O último episódio do programa (concurso - “reality show”) foi, os canenses, terem eleito os simpáticos que bradavam “todos juntos pelo concelho de asnelas”… A nova estratégia de José Eduardo Moniz é agora “pôr a cabeça em água” da população com simpatia, mas não subvertendo a ideia original do Avô para o “Meu Odioso e Inacreditável Município”…

O papel de Júlia Pinheiro esteve entregue até ao princípio de ano a Jorge Sampaio, agora ainda não descobri quem vai ficar com o lugar de pivot…

Também ainda não é do meu conhecimento qual é o valor do prémio final, nem quem o paga (do orçamento de estado não deve ser!)…

sábado, 13 de maio de 2006

Não me lixem!


Portugal tem 365 camas de hospital por cada 100 000 habitantes. A União Europeia (UE) tem 611. Mas Portugal, tendo metade das camas do resto da Europa, acha que tem demais e, sob as mais estapafúrdias razões, não abranda na sua fúria de fechar hospitais.

Em Portugal apenas 26,2% da população fez o ensino secundário completo. No resto da UE a percentagem sobe para 66%. Assim sendo, não se percebe como é que Portugal pode ter uma taxa de desemprego entre esta população, nomeadamente entre pessoas com curso superior, tão próxima do resto da Europa. Será que só Portugal é que não precisa de gente qualificada para trabalhar?

Só em Portugal se fala à boca cheia de um tal de choque tecnológico. Na UE, sem que os respectivos países o apregoem, 53% dos lares possuem ligação à Internet. Em Portugal, isso acontece em apenas 31% das casas. No entanto, o governo agora quer obrigar a pagar o selo do carro via Internet. Como é que 69% das famílias o vão fazer? Isso, por cá, pouco interessa. Eles que se desenrasquem!

Se calhar até se encontra neste parágrafo a explicação para a questão do parágrafo anterior: na UE apenas 4,4% das famílias não têm dinheiro para comprar um carro. Em Portugal são 20,2% as famílias que não o podem fazer. Se assim é, também não precisam de pagar o tal selo. Problema resolvido.

Apesar da apregoada insustentabilidade do sistema, Portugal gasta menos em protecção social em geral e, especificamente, em pensões do que o resto da Europa, apesar da longa lista de pensões milionárias que por cá existem. Parece que só não há sustentabilidade para as pensões miseráveis. E, por falar nisso, Portugal é só o país da UE dos 15 onde a desigualdade de rendimentos é maior (fenómeno típico dos países terceiro-mundistas). É, também, um país onde o risco persistente de pobreza representa quase o dobro da média europeia (15% contra 9%).

Na UE, 11,9% das pessoas têm formação contínua ao longo da vida. Em Portugal, 4,6%. A ignorância e a desqualificação profissional dão um certo jeito aos oligarcas que dominam o país. Daí que o 9º ano esteja em saldos, sendo oferecido, administrativamente, a todo e qualquer aluno que não saiba ler nem escrever. Sempre melhora as terríveis estatísticas e convence as pessoas de que têm filhos inteligentes.

Segundo números de 2004, o rendimento médio (líquido) dos trabalhadores portugueses era de 1 394 euros. Na cauda da Europa dos 15, claro! Bem longe, por exemplo, dos 4 312 euros da Suécia (ainda por cima, número de 2003), dos 4 186 da Dinamarca, dos 3 910 euros da Bélgica, dos 3 848 do Reino Unido, dos 3 828 da Holanda, etc., etc., etc. Mesmo os mais pobrezinhos estão bem acima deste mísero país: 1 984 euros na Grécia (em 2003!), 2 081 euros em Espanha ou 2 904 na Itália (número de 2002!). Ou seja, em 2005/06, Portugal é o único país dos 15 que não só não ultrapassou a barreira dos 2 000 euros, como ainda está muito longe de o fazer. E estamos na UE há 20 anos e, quando lá entrámos, estávamos acima dos níveis de Espanha!!! Mesmo entre os 10 pobrezinhos que entraram agora para a União, o Chipre e a Eslovénia já estão bem acima de Portugal e Malta já está ao mesmo nível. Quer se goste da conclusão, quer não, má sorte a nossa não sermos, ao menos, província espanhola. E a nossa vergonha tem duas faces: PS e PSD (e todos aqueles – a maioria – que neles religiosamente votam).

in blogue "Bananas da República"

Xenófobo, Racista.... E Fascista!...

No Blogue, Mar Salgado, FVL escreveu:

“NÃO PODEM VER UMA CAMISA A UM POBRE: Leio no DN de hoje que o PNR ( "extrema-direita") protestou contra a iniciativa da presidente da autarquia de Vila de Rei ( importação de brasileiros). Parece que o argumento é o seguinte: " se querer os portugueses em primeiro lugar é ser racista e xenófobo, então somos isso".
O discurso nacionalista utiliza estas mensagens porque são as únicas que têm aceitação, ainda que mitigada, em algumas faixas da população. O resto é o deserto fechado à chave. Mas essa mitigada aceitação é que deve preocupar os bons espíritos. A iniciativa de Vila de Rei não deveria ser apregoada com tambores, precisamente porque faz eco nos beduínos do pensamento político. Rui Pena Pires, que comenta a notícia para o DN, diz o óbvio: poucos (ou nenhuns) portugueses aceitariam ser deslocalizados para Vila de Rei com a promessa de um ordenado mínimo. Tudo muito certo. Mas é bom não esquecer que do outro lado da estepe, uma boa parte da esquerda ressequida tem ataques de asma de cada vez que se fala em deslocar funcionários públicos ou trabalhadores para zonas deprimidas do país. O que é bom para os brasileiros não é bom para nós, pois não?”

Como sabem, se há coisas que me deixam sentido, é comentários de amigos a acusarem-me daquilo que realmente não sou!...
Bem sei que tenho muitas dificuldades em expressar por escrito o meu pensamento, mas, “amiglo” Pai Mouro eu não sou xenófobo nem racista!... E também não sou fascista!
O discurso nacionalista utiliza estas mensagens porque são as únicas que têm aceitação, ainda que mitigada, em algumas faixas da população… E utiliza porque Portugal, ainda é dos portugueses e estes parece não gostar do País!...
A verdade é que os nacionalistas não podem ver uma camisa a uma pobre!...
Não me esqueço que muitos portugueses foram para França exactamente para fazerem trabalhos que os franceses não queriam!... Eu concordo com esta visão dos responsávei de Vila de Rei!
Para mim o post do blogue mar salgado vai exactamente no sentido contrário!... Penso eu de que!...

quinta-feira, 11 de maio de 2006

GALP

PORQUE SERÁ QUE OS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL NÃO PUBLICAM ISTO?
DIVULGUEM O MAIS QUE POSSAM

É inacreditável, mas é o país que temos.
Era a manchete do Expresso de Sábado e custa acreditar.
A nossa petrolífera tem vindo a ser albergue de parasitas e toca de incompetentes.
Veja-se:
Um quadro superior da GALP, admitido em 2002, saiu com uma indemnização de 290.000 euros, em 2004. Tinha entrado na GALP pela mão de António Mexia e saiu de lá para a REFER, quando Mexia passou a ser Ministro das O.P. e Transportes...
O filho de Miguel Horta e Costa, recém licenciado, entrou para lá com 28 anos e a receber, desde logo, 6600 euros mensais.
Freitas do Amaral foi consultor da empresa, entre 2003 e 2005, por 6350 euros/mês, além de gabinete e seguro de vida no valor de 70 meses de ordenado.
Manuel Queiró, do PP, era administrador da área de imobiliário(?) 8.000 euros/mês.
A contratação de um administrador espanhol passou por ser-lhe oferecido 15 anos de antiguidade (é o que receberá na hora da saída), pagamento da casa e do colégio dos filhos, entre outras regalias.
Guido Albuquerque, cunhado de Morais Sarmento, foi sacado da ESSO para a GALP. Custo: 17 anos de antiguidade, ordenado de 17.400 euros e seguro de vida igual a 70 meses de ordenado.
Ferreira do Amaral, presidente do Conselho de Administração. Um cargo não executivo(?) era remunerado de forma simbólica: três mil euros por mês, pelas presenças. Mas, pouco depois da nomeação, passou a receber PPRs no valor de 10.000 euros, o que dá um ordenado "simbólico" de 13.000 euros...

Outros exemplos avulsos:
Um engenheiro agrónomo que foi trabalhar para a área financeira a 10.000 euros por mês; a especialista em Finanças que foi para Marketing por 9800 euros/mês...
Neste momento, o presidente da Comissão executiva ganha 30.000 euros e os vogais 17.500.
Com os novos aumentos, Murteira Nabo passa de 15.000 para 20.000 euros mensais.
A GALP é o que é, não por culpa destes senhores, mas sim dos amigos que ocupam, à vez, a cadeira do poder. É claro que esta atitude, emula do clássico "é fartar, vilanagem", só funciona porque existe uma
inenarrável parceria GALP/Governo. Esta dupla, encarregada de "assaltar" o contribuinte português de cada vez que se dirige a uma bomba de gasolina, funciona porque metade do preço de um litro de combustível vai para a empresa e, a outra metade, para o Governo.
Assim, este dream team à moda de Portugal, pode dar cobertura a um bando de sanguessugas que não têm outro mérito senão o cartão de militante. Ou o pagamento de um qualquer favor político...
Antes sustentar as gasolineiras espanholas que estão no mercado do que estes vampiros!

Afinsav vvs Segurança Social

Afinsa

Segurança Social

Suspeitas de esquema da pirâmide.

Esquema da pirâmide

Regulado por contrato.

Regulado por decisão arbitrária do poder político.

Autoridades policiais estão de olho neles.

Eles mandam nas autoridades policiais.

Os responsáveis estão presos.

Os responsáveis ocupam altos cargos nacionais e internacionais.

Adesão voluntária.

Adesão obrigatória.

Investimento parcialmente coberto por objectos de colecção de valor duvidoso.

Sem garantias.

Responsáveis condecorados pelo Presidente da República.

Responsáveis tornam-se Presidente da República.

Relações públicas da instituição garantem que está tudo bem.

Relações públicas da instituição garantem que está tudo bem.

Martins da Cruz está envolvido, mas nega responsabilidades.

Martins da Cruz já esteve envolvido, mas sem responsabilidades directas.

Possível falência provoca corrida aos levantamentos.

O dinheiro depositado não pode ser levantado.

Notícias colocadas nos jornais procuram dar uma ilusão de sustentabilidade.

Notícias colocadas nos jornais procuram dar uma ilusão de sustentabilidade.

In Blog a Blasfémia

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Desculpe Qualquer Coisita

Estou aparvalhado!...
Encontrei o melhor Blog português...
Simplesmente genial!...
http://desculpeqqc.blogspot.com/

Canas em Movimento 2006

Informação

No dia 22 de Junho de 2006 Canas de Senhorim assistirá ao grandioso espectáculo de “Rouxinol Fadunco”… Com os seus cães de loiça!...
Está entregado no Projecto Canas em Movimento – 810 anos de Foral

Grandes Ângulos

Do site BVcanas

“Nas próximas duas semanas irão frequentar um curso de salvamento em grande ângulo quatro elementos dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim.
Esperamos que concluam a formação com aproveitamento e que dotem o CB de mais capacidade nesta área.”

Mas agora perguntou eu!
O que é um Salvamento em Grande Ângulo?
Aqui, encontrarão mais informação e então concluo que também não me importava de tirar esse curso!...
Certo dia obrigaram-me a descer o paredão da barragem da Aguieira, são mais de 50m de altura (é claro que estou a exagerar – mas é alto)!
Quando me debrucei para iniciar a descida, de cu virado para o precipício o meu pensamento foi: desistir!...
Mas, para admiração minha, uma esbelta “moçoila”, põe-se em pé em cima do muro, e toca a descer por aí abaixo à “australiana” e, se eu me “cortasse” à descida, era uma vergonha para a humanidade (com “h” pequeno) … Por isso, e só por isso, iniciei a descida qual caracol com cãibras… Ok, aceito que foi um comportamento machista, perdão as senhoras por isso!... Mas um gajo tem de manter as aparências!...
No entanto, o tropa que estava cá em baixo a fazer segurança à “moçoila”, assustou-se com sua categoria de descida e travou-a e ela focou ensarilhada no meio do paredão da barragem e com uma mão mal tratada… A corda de segurança (?) não a deixava cair, mas também não era possível içá-la de volta ao topo!...
Não é que o pessoal começou a gritar-me para ajudar a rapariga?
Pensei para mim:
- É pá, eu nem devia estar aqui!... Porra, não estava tão bem lá em cima a rir-me dos outros?
Parei ao lado dela (3 m) e balancei-me até me alcancei-a, desensarilhei a corda de segurança (estava a prender-lhe a mão) e mais não consegui… Entretanto já estavam os militares junto a nós e fizeram o salvamento em grande ângulo…
Eu lá continuei a descer, sempre no meu ritmo (devagarinho e parado) até ao fundo!...
Depois, fui mudar as cuecas! E decidi que não tenho espírito para ser herói, desculpem mas não tenho!...

Se quem tem cu tem medo, dir-vos-ei que o meu deveria ser do tamanho do mundo!... Bem, pelo menos no que diz respeito a grandes ângulos!

Portugal marca!... IV

O estudo de mercado "O Poder de Sedução de Portugal", levado a cabo pela empresa TNS Portugal, concluiu que os portugueses não se interessam pelo seu país, são pessimistas e estão pouco preocupados com o futuro da pátria. Alguma novidade? Penso que não. Basta ver a forma como tratamos do nosso bocado - seja no património ou no urbanismo, na defesa do ambiente ou no cuidado com a paisagem - para confirmar o desinteresse geral por "isto" que nos rodeia. É óbvio que, em geral, nos estamos "nas tintas" para o país e preocupados apenas com a nossa "vidinha".

"Se Portugal fosse uma marca, e se nada fosse feito, estaríamos em risco de desaparecer" - Luís Simões, da empresa TNS Portugal, chega a esta conclusão ao observar o tal estudo à luz dos critérios que determinam o valor de uma marca, da notoriedade à fidelização, dos sentimentos que desencadeia nos "consumidores" à "imagem" que transmite.

Parece-me, no entanto, que Luís Simões é um optimista - porque Portugal, com ou sem estudos sobre o seu poder de sedução, desaparece todos os dias um bocadinho, submerso pela inevitável globalização, fragilizado pela sua posição na Europa, negligenciado por Governos que estudam a "marca" em ciclos de quatro anos - e cujo marketing se serve do país sem servir o país.

Portugal até consegue prever o seu desaparecimento - na segunda-feira, aqui no DN, revelava-se uma projecção europeia que coloca o nosso país, daqui a 40 anos, na cauda de todos os países europeus (incluindo os pós-alargamentos), por conta do envelhecimento da população e da reduzida produtividade. Ou seja, além de desaparecer a olhos vistos, Portugal consegue olhar a catástrofe à distância. E, provavelmente, nada fazer para a evitar... Visto isto, no presente e no futuro, Portugal tem efectivamente pouco interesse - mesmo como "animal em vias de extinção", não é muito apetitoso para estudar, falta-lhe originalidade e especificidade.

Resta-nos o humor. Rir de nós próprios, rir tristemente da nossa miséria. Não é por acaso que os últimos anos viram nascer um conjunto generoso de talentos nessa área. Para gozar, não há melhor. Mas é preciso aproveitar agora. Antes que o país se apague de vez.

Pedro Rolo Duarte - DN 10-5-2006

De onde Vêm as Setas?... (IV)

Versão 4.0

Existe sempre alguma confusão na minha cabeça quando tenho de responder a alguém… Melhor, quando e se responder…
A blogolândia canense tem muitas personagens e ás vezes convém ver de onde vêm as “setas”...

Por cima
Sr. Fulano Tal
A Outra Bancada
_Drix_

Ao lado
Brain (ex-Dr. Brain)
Língua estufada
Ratzinguer
Primadona
Pai Mouro
Tubaro
Anarquia
Granito
Canense
Por quem não esqueci
Cavalo Lusitano
Mr. Kunami
Município CDS
Pedro Lima
Crédito
Anjo Negro

De perto
Donadaprima
Sr. Cicrano
Portugasuave
Dr. Tirone
Sir Im.parcial
Pombo-correio
Batalhense
Má língua Canense
Jordão
Iznogood
MoiMemme
Forasteiro
Galinha Riça
Cristalina
Achadiça

Ao Largo
Mineiro
SAncademironhes
Estrela Polar

De longe
Xeke
Karl
Vlad
Olaj
Ultimato
Canas Virtual

Para lá do horizonte
Ce que je penses

Tabu
Gaivina
Soda Cáustica

terça-feira, 9 de maio de 2006

Reafirmação!

Por ser um Blogue que frequento, que gosto e leio assiduamente (ou não fosse o 1º na minha lista de blogues no menu lateral) gostaria de dar voz ao meu amiglo @Farpas:

Estou farto que fechem as caixas de comentários dos blogs! Estou farto que se diga o que se quer sem dar direito a que se possa discutir opiniões! Cada qual terá as suas razões, mas quando é uma decisão tomada desde início, para mim é uma fuga à discussão de opiniões. Sou absolutamente contra o fecho das caixas de comentários dos blogs. Tenho dito!

Reafirmo a minha posição:
No voando Sobre Um ninho de Cucos não há direito ao contraditório público, têm a caixa de e-mail… O motivo principal é eu não querer!...

Será, sempre a descer!...

Portugal é, desde a sua génese, um país culturalmente obrigado a gritar por afirmação!...
Se D. Afonso Henrique fosse obrigado a aturar (até foi!), o que hoje os que clamam de independências, liberdades, direito à autodeterminação e outras coisas que tais, são obrigados a ouvir, não teria, por certo, continuado a conquista dos territórios mouriscos e mantinha-se como condado a levar com os desmandados do Rei de Castela (e sua mãe)…
Querermos a nossa maternidade, o nosso município, a nossa extensão de saúde, a nossa escola, a nossa auto-estrada, a nossa equipa na 1ª Liga, o querer, é legítimo! Lutar por isso válido e respeitável, ou não tivesse o pai da nossa identidade feito o mesmo há mais de 900 anos atrás…
Querer e lutar por estas e outras coisas sendo tecnicamente, economicamente inviável, até ilógico, não é fazer mais que D. Afonso Henriques!...
É esta a força de Portugal!
Dar identidades a esses cidadãos e co-responsabilizá-los, é necessário porque está enraizado culturalmente… Precisamos de dar “naus” a esses povos para que possam passar além do Bojador, virar os seus Cabos das Tormentas e serem grandes, tornando Portugal grande!...
Como podem querer ter pessoas a puxar pelo país, quando “os que mandam” (e até passam por cima de decisões de tribunais) são os primeiros a tirar as cordas aos cidadãos que querem ajudar?...
Enquanto Portugal for dos políticos portugueses e não dos cidadãos portugueses, será sempre a “descer”… Até deixar de haver Portugal e portugueses! Bem, talvez aí sejamos realmente felizes!...